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Cientistas podem ter criado a célula solar mais potente de todos os tempos

Cientistas norte-americanos desenvolveram uma célula que é capaz de converter a luz solar direta em eletricidade com eficiência de 44,5%. Isso a torna, potencialmente, a célula solar mais eficiente do mundo, pelo menos entre as disponíveis no mercado atualmente.

Os modelos atuais só convertem eletricidade com uma eficiência de cerca de 25%, no máximo. Para se ter uma ideia, a célula solar com a maior eficiência do Brasil apresenta 17,3% de aproveitamento. O impressionante produto desenvolvido agora na Universidade George Washington usa painéis fotovoltaicos concentradores (CPV) que empregam lentes para concentrar a luz solar em minúsculas células solares.

A tecnologia funciona com a célula empilhada que é quase como uma peneira para a luz solar, tendo materiais especializados em cada camada capazes de absorver a energia. “Nosso novo dispositivo é capaz de desbloquear a energia armazenada nos fótons de longa duração, perdidos nas células solares convencionais e, portanto, fornece um caminho para a realização da célula solar de multi-junção final”, afirma Dr. Matthew Lumb, principal autor do estudo e cientista de pesquisa da GW School of Engineering e Applied Science. Para isso, o produto usa materiais que geralmente são encontrados em aplicações para laser e fotodetectores infravermelhos.

Além disso, o procedimento de empilhamento usa uma técnica conhecida como transferência de impressão, que permite a montagem tridimensional destes minúsculos dispositivos com um alto grau de precisão, veja a ilustração abaixo.

Tal como acontece com qualquer tecnologia de conversão de energia, para maximizar a quantidade de energia produzida, pode-se aumentar a quantidade de conversores ou melhorar a eficiência dos próprios conversores. Se essa tecnologia for ampliada, os painéis solares exigiriam cerca de metade do espaço para produzir a mesma quantidade de energia que os sistemas existentes hoje devido à sua maior eficiência. Isso talvez justificaria o preço de desenvolver esta célula solar que inicialmente é bastante cara.

O uso de energia solar é crescente em todo o mundo, e isso a tornará cada vez mais acessível. Por isso, é importante buscar sempre por novas soluções que a torne mais eficiente e capaz de, em conjunto com outras alternativas renováveis, substituir as fontes oriundas de combustíveis fósseis.

 

Fonte: Instituto de Engenharia

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Vila colorida e com energia solar é criada para moradores de rua

Pessoas em situação de rua é um problema em muitos lugares. Na Holanda, por exemplo, um estúdio de arquitetura criou uma bela aldeia para resolver este problema. Além de bonitas, as casas ainda são equipadas com energia solar para atender às necessidades dos moradores.

A inspiração para a aldeia veio de uma expressão dinamarquesa “Skaeve Huse”, que quer dizer algo como “casas especiais para pessoas especiais”. Trabalhando em colaboração com uma organização de habitação social, The Trudo Housing Corporation, os arquitetos projetaram casas especificamente para indivíduos que sofrem de doença mental, toxicodependência ou qualquer pessoa que simplesmente tenha problemas em conviver em um ambiente doméstico tradicional.

Pessoas em situação de rua é um problema em muitos lugares. Na Holanda, por exemplo, um estúdio de arquitetura criou uma bela aldeia para resolver este problema. Além de bonitas, as casas ainda são equipadas com energia solar para atender às necessidades dos moradores.

A inspiração para a aldeia veio de uma expressão dinamarquesa “Skaeve Huse”, que quer dizer algo como “casas especiais para pessoas especiais”. Trabalhando em colaboração com uma organização de habitação social, The Trudo Housing Corporation, os arquitetos projetaram casas especificamente para indivíduos que sofrem de doença mental, toxicodependência ou qualquer pessoa que simplesmente tenha problemas em conviver em um ambiente doméstico tradicional.

Fonte: Instituto de Engenharia

 

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O primeiro navio autônomo e totalmente elétrico do mundo será lançado na Noruega em 2018

A Noruega será o primeiro país do mundo a construir um navio automatizado e sem tripulação, o veículo promete revolucionar o transporte marítimo, que é um dos grandes emissores de poluição ao mundo.

 Usando o sistema de posicionamento, radar, câmeras e sensores. A baterias são recarregadas quando o veículo está estacionado para carga e descarga.

Segundo o Wall Street Journal a embarcação custará US $ 25 milhões, cerca de três vezes mais do que um navio contêiner convencional de seu tamanho, mas os patrocinadores dizem que sem necessidade de combustível ou tripulação promete reduzir os custos operacionais anuais em até 90%.

A empresa responsável pelo projeto planeja começar os testes na metade de 2018, a partir de 2019 passe para operação remota e, em 2020 esteja completamente pronto para o uso.

O Yara Birkeland, como foi apelidado, está sendo desenvolvido pela empresa Yara International e pelo fabricante de sistemas de orientação Kongsberg.

Um executivo de Yara disse ao Wall Street Journal que, uma vez que os regulamentos forem alcançados, a empresa planeja construir navios maiores que possam trabalhar rotas mais longas. Se pudermos conseguir economias de custo semelhantes, podemos mudar o mercado marítimo.

 

Fonte: Engenharia é

Torneio para engenheiros dá emprego que paga US$100 mil por ano

São Paulo – Inédito no Brasil, um torneio de contratação no próximo sábado, dia 29 em São Paulo (SP), vai oferecer a 50 engenheiros de software, que entendam de Java Script, emprego com salário anual de 100 mil dólares (equivalente a 314 mil reais) em uma das empresas da lista das mil maiores dos Estado Unidos, segundo a revista Fortune.

Interessados podem se inscrever no site do evento. Os profissionais brasileiros contratados vão trabalhar em home office, e, portanto, não precisará se mudar do país.

Quem promove a competição, que já teve edições na Polônia, Rússia, Egito e Paquistão, é a empresa global de recrutamento Crossover, que tem sede no Texas, e escolheu o Brasil para fazer a primeiro evento do tipo na América do Sul. Em todo mundo, mais de 100 engenheiros de software já foram recrutados desse jeito.

O torneio, parecido com competições do tipo hackaton, é para engenheiros de software de nível sênior e vai contar com uma série de testes, entre eles desafios de codificação, e também uma entrevista técnica. Para os 50 melhores serão oferecidos empregos remotos em companhias como Aurea Software, Jive, CrazyEgg e Versata.

Falar inglês é obviamente um requisito. Os cargos disponíveis são para arquiteto chefe de: Angular 2 Front-End, ReactJS Front-End, Full Stack Node.js, segundo as informações publicadas no site de inscrições.

O trabalho será em período integral e de longa duração com jornada semanal de 40 horas, em horários totalmente flexíveis. Segundo comunicado da Crossover, os profissionais podem por exemplo, tirar a segunda-feira de folga e compensarem em outros dias ou ainda trabalharem só de noite e descansarem durante o dia.

O dinamismo e a baixa rotatividade são os dois motivos para a Crossover apostar no Brasil. A empresa já contratou 150 profissionais brasileiros para projetos nas áreas de software corporativo, desde serviços de telecomunicações e financeiros a comércio eletrônico e pesquisa e desenvolvimento.

 

Revista Exame

A maior usina solar flutuante do mundo já está em funcionamento

A China tem sofrido há décadas com a poluição atmosférica, e isso é consequência do rápido crescimento e da dependência de carvão para energia. Vendo a necessidade, o país quer mudar a maneira de gerar energia, e um dos grandes projetos do país é uma usina flutuante.

A cidade de Huainan, conhecida por ter muito carvão, ganhou uma usina solar flutuante de 40 MW, a maior do mundo nessa categoria. Ela fica localizada em uma área de mineração que está inundada devido às chuvas, com profundidade de água entre 4 m e 10 m.

O ar mais frio na superfície ajuda a minimizar o risco de superaquecimento dos painéis solares. A inundação permanente torna esta área sem valor para mineração, por isso é uma boa ideia utilizá-la para outros fins.

Os equipamentos são da chinesa Sungrow e foram projetados para usinas flutuantes, funcionando em ambientes com alto nível de umidade e sal.

A China é o país que mais gera energia solar em todo o mundo, com uma capacidade instalada de 77 gigawatts. Eles planejam adicionar mais 110 GW até 2020, com um investimento que somará US$ 360 bilhões ao longo dos próximos três anos.

Uma das futuras usinas solares na China será a maior do mundo, com seis milhões de painéis fotovoltaicos e capacidade de 2 gigawatts; ela custará um total de US$ 2,3 bilhões. O objetivo do país é obter 20% da energia a partir de fontes renováveis até 2030.

No Brasil, a energia solar ainda é bem pequena. A capacidade instalada de sistemas fotovoltaicos é de míseros 28 MW, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Isso corresponde a apenas 0,02% do total; nossa matriz é dominada por usinas hidrelétricas e termelétricas.

No ano passado, a Aneel publicou novas regras para a geração doméstica de energia solar. Residências que gerarem mais energia do que consumirem recebem créditos para diminuir a conta de luz; podem transferir esses créditos para terceiros; e podem dividi-los entre os moradores caso a geração seja feita em um condomínio.

Além disso, foi reduzida a burocracia para registrar painéis solares junto às empresas de energia: o processo dura até um mês, e foi reduzido a uma única etapa. A agência espera que, até 2024, cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, com potência instalada de 4,5 gigawatts.

 

Fonte: Instituto de Engenharia

Profissionais de telecomunicações discutem ampliação da banda larga

Diversos profissionais do setor de telecomunicações têm buscado identificar qual caminho pode levar à ampliação da banda larga no Brasil. Alguns deles, reunidos ontem (18), em Brasília, em torno do Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (Pert), adiantam que, para que a banda larga represente uma ponte para a inclusão social, a sociedade civil, as operadoras e o governo devem trabalhar em conjunto.

No evento, coordenado pelo relator do Pert e membro do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Aníbal Diniz, foi reafirmada a promessa de manter o projeto congruente com esse caráter cívico.

No painel do presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, foi ressaltado a importância da extensão da tecnologia às populações isoladas ou economicamente desfavorecidas.

Ele acredita que o setor tem potencial para ser “um elemento de redução das desigualdades no Brasil”. “O Brasil é extremamente desigual, o que é uma pena, mas também não temos acompanhado esforços significativos contra essas desigualdades”, disse.

Uma das soluções colocadas seria dar prioridade aos municípios. Contudo, há divergências sobre o que deve alicerçar as decisões sobre o que é prioritário nas políticas públicas do setor. Em junho, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comparou os efeitos positivos obtidos diante de três critérios como base dessas decisões: o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o comportamento do mercado e a população. Quando se optou por colocar o IDH como ponto central, as políticas foram menos acertadas, aponta a pesquisa.

Para Levy, as ações devem privilegiar também a “neutralidade tecnológica”, que poderia ser obtida apenas com “estímulos à competição”. “Temos quatro grandes empresas que atendem o mercado de telecomunicações brasileiro. Elas têm características tecnológicas totalmente diferentes”.

A previsão, de acordo com o secretário de Telecomunicações do MCTI, André Borges, é de que uma consulta pública ocorra em meados de agosto. A etapa será seguida pela finalização da proposta e, depois, pelo encaminhamento à Presidência da República.

“Essencialmente, estamos fazendo uma revisão do plano de conectividade do país. Há muito tempo ele vem sendo acompanhado pela Casa Civil”, disse André Borges.

Ele elenca duas dificuldades para a conclusão do  plano, o mapeamento da conectividade do país e as fontes de financiamento. Os recursos liberados pelo Ministério do Planejamento deverão ser complementados por um fundo de massificação para as telecomunicações, que poderá ser acompanhado da criação de uma entidade extra Tesouro Nacional para a arrecadação. O governo, informou Borges, dará preferência a estruturas cidades inteligentes – que consistem, entre outras práticas, em expandir as redes de fibra ótica e a interligação com redes internacionais de telecomunicações – e a favorecer vilas e aglomerados rurais com as conexões de banda larga móvel e fixa.

Um ponto de consonância foi que o foco deixou de estar circunscrito ao acesso à banda larga em si e passou a dizer respeito também à qualidade e ao preço do serviço prestado. Muitos dos profissionais presentes no evento se opõem à franquia de dados, que, se não observada, poderia prejudicar os consumidores. Um cenário visualizado é, segundo Levy, de a franquia provocar a diminuição da velocidade das conexões e, ainda, ter seu valor aumentado, inviabilizando o uso por brasileiros de menor poder aquisitivo.

Satélite

Embora metade dos domicílios brasileiros contem com banda larga, o Piauí, segundo o presidente da Anatel, é o que tem menor cobertura de banda larga do país, com apenas 16% de seus municípios atendidos. Estados com esse perfil poderiam ser amplamente beneficiados com a intensificação do uso de satélites.

“Quando se fala de [área] rural, não se pode deixar de falar do satélite. Por um tempo vai ser a única solução [para áreas remotas]. A capacidade que o satélite tem, que não deve ser esquecida, é de levar essas soluções para qualquer lugar”, disse o presidente do Sindicato Nacional de Empresas de Telecomunicações por Satélite (Sindsat), Luiz Otávio. “O satélite é mais barato do que se pensa. É uma solução confiável”, disse.

 

Fonte: Engenharia é

Belo Horizonte terá táxis totalmente elétricos

A empresa de transportes BHTrans, em Belo Horizonte, apresentou no dia 13, um novo veículo que será usado como táxi em BH. A novidade é que os veículos serão 100% elétrico e não emite carbono na atmosfera. De acordo com a reguladora, a iniciativa está alinhada com o plano de mobilidade da capital mineira vai ajudara a cidade ser mais sustentável.

O carro é o modelo e6, da marca chinesa BYD, o veículo já foi aprovado em testes realizados por técnicos da BHTrans, que avaliaram quesitos como conforto, segurança, velocidade entre outros. O carro tem uma autonomia de 400 quilômetros por carga da bateria, que pode ser feita em casa ou em um eletroposto.

O tempo médio para uma carga total é de duas horas em um eletroposto e de seis horas em casa. O tempo pode variar, dependendo da voltagem utilizada. A bateria do veículo tem vida útil de 40 anos e 60 kWh de capacidade.

O valor do veículo é de aproximadamente R$ 270 mil, mas a empresa promete oferecer desconto e linha de financiamento exclusiva para taxistas. Além disso, segundo a empresa o veículo oferecerá uma economia financeira de até 85% no gasto operacional, quando se leva em consideração os custos com combustível dos carros convencionais.

Com informações de: BHAZ

Em Minas Gerais foi construída a primeira fazenda de energia solar por assinatura

Na região Norte de Minas Gerais, uma fazenda está produzindo energia solar e oferecendo um plano por assinatura para que pessoas possam utilizar essa energia.

Funciona da seguinte forma: Você contrata um lote da fazenda solar e utiliza a energia gerada por ele, essa energia é conduzida normalmente pela distribuidora, que no caso é a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), e entregue aos contratantes do serviço.

“Portanto, poderemos atender onde a Cemig opera a rede. A conta de energia vai chegar normalmente, só que vai ser abatida a cota contratada, da mesma forma como acontece com quem tem uma usina de geração de energia solar em casa atualmente”, diz o diretor da empresa, Rodolfo Molinari.

No site oficial da empresa há dois planos para contratar, o básico, com monitoramento online de geração e consumo de energia, sem fidelidade. E o plus, onde você terá que ter fidelidade com o serviço por 24 meses, e recebe desconto de 10% por mês no valor cobrado pela empresa do plano básico e receberá dicas de consumo e economia.

E como fica a questão financeira ao aderir?

A distribuidora de energia cobra de você tanto os custos para ela distribuir a energia, quanto os custos de quem gerou a energia. Após recolher os recursos com você, ela fica com a parte associada à distribuição e repassa para o gerador os custos de geração. Ao aderir à Fazenda Solar, ela não precisa mais recolher de você a parte associada à geração, uma vez que você mesmo produziu sua energia. – Sob a sua ótica: mensalmente, a distribuidora irá descontar do seu consumo, toda a energia elétrica que você mesmo produziu pelo seu lote. Caso seu lote produza menos do que você necessita no mês, a distribuidora irá te entregar a diferença e, consequentemente, cobrar por isto. Caso seu lote produza mais, você fica com um crédito para usar nos meses subsequentes.

O empreendimento

A fazenda solar ocupa uma área de 2,5 hectares e tem capacidade para produzir 2.100 megawatts/hora (MWh) de energia por ano e atenderá de cem a 150 clientes, por enquanto. O investimento total no empreendimento, foi de R$ 5,5 milhões.

Agora a empresa tem como objetivo viabilizar uma segunda usina na mesma fazenda, que já estará em funcionamento ainda neste ano. Mas não para por aí, eles querem pra daqui três anos, viabilizar cem usinas de 5 MW, com investimentos de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões. “Como serão usinas maiores, poderemos atender de 500 a 750 usuários”, diz Rodolfo.

A ideia é que a maioria das cem usinas seja no estado de Minas. “É um Estado bem propício para isso, com boa luminosidade, em especial nas regiões Noroeste e Norte”, observa o diretor da empresa.

 

Fonte: Engenharia é

Você sabia que no Brasil está nascendo a primeira cidade inteligente social do mundo?

Em Croatá, distrito de São Gonçalo do Amarante (CE), está sendo construído o projeto piloto da Smart City Laguna, a primeira cidade inteligente social do mundo. Uma CIDADE INTELIGENTE tem como objetivo alcançar sustentabilidade, segurança e qualidade de vida, reduzindo os custos de quem mora nela.

A ideia é selecionar produtos e conceitos inteligentes (SMART) disponíveis atualmente no mundo, para integrá-los na construção de uma cidade com cerca de 25.000 habitantes, em uma área de 3.300.000 m². Além disso, demonstrar como a inovação tecnológica, já aplicada em áreas urbanas, torna a vida das pessoas que vivem em cidades ou bairros inteligentes (SMART) mais econômica quando comparada com a vida de pessoas que moram em bairros tradicionais, assim como mais sustentável e socialmente inclusiva.

Apesar de existirem cidades inteligentes pelo mundo, elas não são acessíveis para grande parte da população e é pensando nisso que a Planet desenvolveu o conceito de Smart City Social: para buscar, através de 4 pilares, desenvolver uma cidade onde VIVER vai muito além de MORAR.

Tais pilares de sustentação de uma Cidade Inteligente Social são:

– Pessoas e Inclusão Social

– Tecnologia e Serviços

– Planejamento Urbano e Arquitetura

– Meio Ambiente

Conheça a Smart City Laguna, a 1ª Cidade Inteligente SOCIAL do Mundo: 

www.smartcitylaguna.com.br

 

Fonte: Engenharia é

No Japão estão sendo construídas casas de isopor resistentes a terremotos

Uma fabricante de casas modulares japonesas, acredita que o isopor é o material de construção de casas do futuro. As casas de isopor são cada vez mais populares pois são altamente resistentes a terremotos, com custo baixo, pouco tempo para construção, e possuem propriedades de isolamento térmico.

A Japan Dome House vendeu casas de isopor no Japão nos últimos 15 anos, mas foi no ano passado que a demanda pela infraestrutura leve aumentou. Em abril de 2016, a prefeitura japonesa de Kumamoto foi atingida por um terremoto de magnitude 7,0 que matou 49 pessoas e feriu outras 3.000. Mais de 44 mil pessoas foram evacuadas de suas casas, e milhares delas ainda vivem em habitação temporária.

Os danos estruturais dos edifícios convencionais foram relatados tanto em Kumamoto quanto na Prefeitura vizinha de Oita. Porém um lugar que não sofreu nenhum dano foi a Zona da Aldeia de Kyushu, um complexo residencial constituído por 480 casas construídas pela Japan Dome House. A empresa japonesa anuncia suas casas de isopor contra terremotos há mais de uma década, mas foi o desastre do Kumamoto do ano passado que finalmente convenceu as pessoas de que não era apenas marketing.

As peças de isopor pesam cerca de 80 quilos, e sua forma e a falta de necessidade de postes e feixes as tornam muito resistentes aos fortes terremotos. É importante notar que Japão Dome House não usa espuma de isopor regular. Usando tecnologia própria, a empresa desenvolveu um material de nova geração que é muito mais forte do que o usado para recipientes de alimentos ou embalagens.

De acordo com o site japonês RealEstate “as esferas em poliestireno convencional são expandidas cerca de 50% a 60% do tamanho original do monômero de estireno, causando a absorção de uma grande quantidade de oxigênio. A Japan Dome House desenvolveu um método que apenas expande os monómeros de estireno cerca de 20% e minimiza a absorção de oxigênio. Isso torna o material muito mais forte do que a espuma convencional, mantendo suas qualidades altamente isolantes”.

Uma casa de isopor pode ser montada em apenas uma semana por uma equipe de três pessoas, usando peças modulares, e o preço varia entre 7 milhões e8 milhões de ienes, o equivalente a 226 mil e 260 mil reais para uma casa com um espaço de cerca de 36 metros quadrados. Uma vez que a isopor não apodrece, essas casas são consideradas muito duráveis. Outra vantagem é que elas são altamente personalizáveis, permitindo aos proprietários colocar seus toques únicos. A Japan Dome House afirma que vende cerca de 100 casas de isopor por ano em todo o Japão.casa-isopor-japao2

 

Fonte: Engenharia é